Inicialmente denominado Instituto de Matemática e previsto na Lei Estadual 7.655/62, de 28.12.1962, que criou a Universidade Estadual de Campinas, o o Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação teve autorização para instalação e funcionamento com a Resolução CEE 46/66, de 19.12.1966, mas sua implantação definitiva teve início apenas a partir de 1968. Com o desmembramento do Departamento de Ciência da Computação (DCC), que deixou de fazer parte do IMECC para tornar-se uma unidade independente em março de 1996, o Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação teve seu nome alterado para Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica e a sigla IMECC pode ser mantida. De acordo com a Portaria GR 82/86, o IMECC está diretamente diretamente subordinado à reitoria e tem por finalidade desenvolver o ensino, a pesquisa e a prestação de serviços à comunidade, conforme disposto no Regimento Geral da Universidade.
O Colégio Técnico de Limeira (COTIL) foi criado pela Lei 7.655/1962 e autorizado a se instalar e a funcionar pela Resolução CEE 46/1966. Suas atividades tiveram início em abril de 1967. Inicialmente recebeu o nome de Colégio Técnico e Industrial de Limeira, tendo como sua mantenedora a Unicamp, com atividades nas instalações do Ginásio Estadual Industrial Trajano Camargo, em Limeira-SP. Em 1973 o Colégio passou a ocupar o atual campus I da Unicamp em Limeira, ao lado da Faculdade de Tecnologia (FT). Atualmente, forma técnicos em Edificações, Enfermagem, Geodésia e Cartografia, Informática, Mecânica e Qualidade e Produtividade. Em 2005, passou a oferecer os cursos técnicos concomitantes ao ensino médio ou subsequentes a quem já tinha concluído aquela etapa escolar. O objetivo geral do COTIL é proporcionar ao estudante a formação necessária para desenvolver suas potencialidades como elemento de auto-realização, preparação para o trabalho e exercício consciente da cidadania.
Prevista nos Estatutos da Unicamp, baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969, a CGU iniciou suas atividades junto com a própria Universidade. De acordo com o regimento interno da instituição, sua principal função inicial era concatenar as atividades das Coordenadorias Gerais dos Institutos e das Faculdades, bem como coordenar as atividades do Hospital das Clínicas (HC), do Centro de Tecnologia (CT) e do órgão incumbido do registro e controle do corpo discente. Atualmente, a CGU tem como meta acompanhar as ações acadêmicas e administrativas com relevância estratégica. Contribui com a Reitoria na conciliação e aproximação das ações coordenadas pelas Pró-reitorias visando o cumprimento dos objetivos específicos da administração, das unidades de ensino e pesquisa e dos órgãos, para que respondam às perspectivas e necessidades da sociedade. Atua em áreas como transparência, planejamento estratégico, gestão estratégica de dados e avaliação institucional.
Foi criado pela Portaria GR-101/1984 como Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) para exercer as funções de Centro Nacional de Referência com atividades de treinamento, pesquisa e assistência em programas de saúde da mulher. A partir da Resolução GR-23/2010, passou a denominar-se “Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti - Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM)”. Subordinado à Diretoria Executiva da Área de Saúde (DEAS), o CAISM é um órgão integrante do complexo de saúde da Unicamp que tem como objetivos prestar assistência e realizar atividades de ensino e pesquisa dentro do campo da atenção integral à saúde da mulher e do recém-nascido. O CAISM nasceu de uma proposta de docentes do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Foi inaugurado em março de 1986, o hospital atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é referência regional em assistência da mulher e do recém-nascido, abrangendo atendimentos de média e alta complexidade, a exemplo do tratamento de câncer ginecológico e mamário. As atividades, também de cunho acadêmico, fortalecem a capacitação de pesquisadores e a formação de profissionais.
Criado pela Portaria GR-097/1994, estava vinculado ao Gabinete do Reitor (GR) e integrado ao Serviço de Apoio ao Servidor (SAS). Tinha como competências coordenar a execução e a implantação de projetos nas áreas de assistência social, esporte, cultura, lazer, orientação jurídica, incentivos aos servidores, bem como fornecer subsídios às discussões sobre a política de assistência social e apoio aos servidores. Foi extinto pela Portaria GR-080/1998 e suas atividades passaram a ser de
O CEB foi criado pela Portaria GR-133/1982 com intuito de congregar esforços em ensino e pesquisa em engenharia biomédica que já existiam na Unicamp. De acordo com o seu regimento, disposto na Deliberação CONSU-A-16/2001, são objetivos gerais a realização de pesquisa básica e aplicada, prestação de serviços e suporte ao ensino, visando ao aprimoramento contínuo de recursos humanos e processos em ciência, engenharia e tecnologia biomédica específicos do CEB, desenvolvimento de estudos de fenômenos e sistemas biológicos, avaliação de dispositivos e equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar, assessoria de instituições e profissionais sobre especificação, aquisição, avaliação, instalação, manutenção e desativação de equipamentos.
A Diretoria Acadêmica (DAC) teve origem com a Seção de Alunos em 1963, que funcionava nas dependências da Maternidade de Campinas, por ocasião da instalação do curso de Medicina. Dez anos depois, por meio da Portaria GR-074/1973, o órgão passou a se chamar Serviço de Registro e Controle Acadêmico (SERCA), com a responsabilidade de todas as atividades de registro escolares da Unicamp, ligado à Secretaria Geral (SG). Oficialmente passou a ser DAC em 1975, a partir da Portaria GR-205/1975, que estabeleceu competências e fixou a estrutura do órgão. Por alguns anos esteve vinculada à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), depois à Pró-reitoria de Graduação (PRG) e, em outubro de 2013, voltou à CGU. A DAC é o órgão executivo e informativo da Unicamp, incumbido do registro e controle do corpo discente dos cursos de graduação, pós-graduação, especialização e extensão. Tem como missão planejar, administrar e apoiar atividades acadêmicas em seus diversos níveis de ensino, bem como subsidiar decisões institucionais, com plena observância dos preceitos legais.
A PRPG foi criada pelo Decreto Estadual 25.212/1986, que alterou os Estatutos da Unicamp, em substituição à Coordenadoria Central de Pós-Graduação (CCPG). Tem como principal objetivo coordenar as atividades dos cursos de pós-graduação da Universidade, assessorando no desenvolvimento de políticas que visem ao melhoramento destes cursos, propondo e executando convênios entre a Unicamp e os órgãos de apoio à pós-graduação, nacionais ou estrangeiros, públicos ou privados.
Iniciou como Comissão de Avaliação de Informática e Organização e Métodos (CAI) foi instituída pela Portaria GR 89/90, de 08.05.1990, junto à Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP). De acordo com a Deliberação CAD 330/93, de 18.08.1993, a CAI funcionou com subordinação técnico-operacional junto a Câmara de Avaliação de Servidores (CAS). Tinha como atribuição avaliar e proceder com as propostas de enquadramento, promoção e progressão dos servidores desse segmento profissional. Em 1999, com a Deliberação CAD-001/1999, a Câmara de Recursos Humanos (CRH) assumiu as funções do CAS. Quatro anos depois, com a instituição da nova carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (PAEPE), a CAI foi extinta.
Criado junto à Reitoria, pela Portaria GR-271/1984, com a denominação de Núcleo de Energia (NUCLENER), posteriormente passou por um processo de reestruturação, que culminou, em dezembro de 1992, na constituição do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (NIPE). Realiza estudos, trabalhos, pesquisas e prestação de serviços de consultoria e assessoria na área de planejamento energético e bioenergia e apoia a implantação de uma política energética nos níveis municipal, estadual e nacional. O NIPE conta com o Laboratório de Pesquisa em Bioenergia e a Planta Piloto para Bioenergia (PPBioen), além da parceria com o Laboratório de Meio Ambiente e Saneamento (LMAS) da Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI). O NIPE também dá suporte aos cursos de pós-graduação em Planejamento de Sistemas Energéticos (PSE) da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) e ao Programa Interinstitucional de Doutorado em Bioenergia (Unicamp/USP/Unesp).
Datas-limite: 1984-
