A Escola de Extensão da Unicamp (Extecamp) foi criada pela Deliberação CONSU-A-27/89, de 19.10.1989, e constitui um órgão complementar da universidade. Está subordinada à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC), segundo a Portaria GR 198/98, de 30.07.1998. Tem o objetivo de estimular o oferecimento de cursos de extensão pela Unicamp, ampliando assim a efetividade da transferência de conhecimentos disponíveis na universidade para a comunidade. A denominação "Curso de Extensão" é usado significando toda atividade de ensino acadêmico, técnico, cultural ou artístico, não capitulada no âmbito regulamentar de ensino de graduação e da pós-graduação "stricto sensu " da Unicamp.
O Centro de Informática Aplicada (CEINFO) foi criado junto à Reitoria por meio da Portaria GR-124/1985 para coordenação e integração das atividades do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED), Núcleo de Informática Biomédica (NIB) e Núcleo de Automação Industrial (NAI). O CEINFO foi extinto pela Portaria GR-127/1986.
Criado pela Portaria GR-336/1983, atualmente está vinculado à Diretoria Executiva de Administração (DEA), de acordo com a Resolução GR-034/2017. Tem entre as atribuições: planejar a manutenção dos equipamentos da Unicamp, ou sob sua custódia, destinados ao ensino e a pesquisa, propor e executar medidas para manutenção de equipamentos localizados na instituição, de propriedade de terceiros, fornecer subsídios à Reitoria e às unidades para previsão de despesas com a manutenção e reforma de equipamentos de ensino e pesquisa e também para a programação de recursos, aprovar e supervisionar a execução de todos os contratos de manutenção efetuados pela Unicamp, executar solicitações de serviços de assistência técnica e manutenção. O CEMEQ também emite parecer técnico na aquisição de equipamentos e acompanha a instalação de equipamentos recebidos.
A Faculdade de Engenharia de Campinas (FEC) teve autorização para a sua instalação e funcionamento por meio da Resolução CEE 46/1966. Em 1969, já funcionava com os cursos de Engenharia Mecânica e de Engenharia Elétrica e, em 1975, abrangia também o de Engenharia Química. Mais tarde, esses cursos se tornaram unidades autônomas: Faculdade de Engenharia Elétrica (FEEC) em 1986, Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) e Faculdade de Engenharia Química (FEQ), em 1989. Desde então, a Faculdade de Engenharia de Campinas (FEC) foi extinta.
O Núcleo de Estudos Regionais (NER) foi criado pela Portaria GR-348/1985, diretamente subordinado à Reitoria e integrado ao Centro de Memória Unicamp (CMU). Tinha por finalidade a realização e divulgação de pesquisas e estudos de natureza interdisciplinar. Suas atividades eram desenvolvidas a partir dos fundos documentais que compõem o acervo do CMU, privilegiando como objeto de estudo a região historicamente conhecida como Oeste Paulista. Em 1990 foi aprovada sua fusão com o CMU por meio da Deliberação CONSU-172/1990.
Foi criado junto à Reitoria, pela Portaria GR-101/1983, atualmente está subordinado à Coordenadoria de Centros e Núcleos de Pesquisa (COCEN). O Núcleo é voltado ao estudo do som e de suas diferentes manifestações artísticas e culturais. De acordo com a Deliberação CONSU-A-025/2014, que dispõe sobre o seu regimento, tem por objetivos: pesquisar os meios de criação, produção, armazenamento e difusão da comunicação sonora, enfatizar a interface entre ciências e artes, por meio de linhas de pesquisas e criação artística focadas na produção de processos e meios de difusão da comunicação sonora inserida no contexto científico e cultural brasileiro e internacional. Poluição sonora, análise dos cantos dos animais, fonética, música eletrônica e registros etnomusicológicos são alguns exemplos. Nos últimos anos, se concentrou na área da criação e análise musical com suporte computacional, performance multimodal, modelagem sonora e cognição musical. Com parcerias nacionais e internacionais, destaca-se pela pesquisa científica e produção artística de caráter interdisciplinar.
IInicialmente denominada Faculdade de Tecnologia de Alimentos (FTA), teve autorização para instalação e funcionamento por meio da Resolução CEE 46/1966. Iniciou suas atividades em 1967 no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Em 1972, o curso foi transferido para o campus da Unicamp. A partir do Decreto Estadual 7.342/1975, a unidade foi denominada Faculdade de Engenharia de Alimentos e Agrícola (FEAA), em decorrência da criação do curso de Engenharia Agrícola. Dez anos depois, com a publicação do Decreto Estadual 23.646/1985, a FEAA desdobrou-se, dando origem à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) e à Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI). A FEA tem como principal objetivo formar profissionais capacitados para atender as exigências técnico-científicas da agroindústria e das entidades de ensino e pesquisa. Atualmente é composta pelos Departamento de Ciência de Alimentos e Nutrição e Departamento de Engenharia e Tecnologia de Alimentos.
O Instituto de Biologia (IB) é uma das três primeiras unidades de ensino, pesquisa e extensão criadas na Universidade. Previsto na Lei 7.655/1962, que criou a Unicamp, o instituto teve departamentos implantados entre 1963 e 1964 para ministrar o curso básico de medicina existente, e sua instalação e funcionamento autorizados por meio da Resolução CEE 46/1966. É formado por cinco departamentos, Bioquímica e Biologia Tecidual (DBBT), Biologia Vegetal (DBV), Biologia Animal (DBA), Biologia Estrutural e Funcional (DBEF), e Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia (DGEMI). A pós-graduação abrange as áreas de Biologia Celular e Estrutural, Biologia Funcional e Molecular, Biologia Vegetal, Ecologia, Genética e Biologia Molecular e Parasitologia. O IB ainda conta com o Museu de Diversidade Biológica (MDBio) e Laboratório de Microscopia Eletrônica.
A Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unicamp (Ascom) foi instalada em 1982 com o objetivo de atuar em três frentes de trabalho: relações com a imprensa, difusão de pesquisas, ideias e tendências por meio de publicações próprias, como o Jornal da Unicamp, A Semana, Unicamp Notícias, relatórios de gestão da Reitoria e sites institucionais, além da difusão de informações administrativas, acadêmicas e institucionais ao público interno. Em 2017, conforme a Resolução GR-031/2016, que criou a Secretaria Executiva de Comunicação (SEC), em consonância com a Política Institucional de Comunicação da Unicamp, a Ascom passou por uma reestruturação administrativa. A SEC é composta pelas atividades e profissionais da Ascom, juntamente com o quadro de funcionários e estrutura física da Rádio e Televisão Unicamp (RTV). Dentre os canais de comunicação de sua responsabilidade, destacam-se o Portal da Unicamp, a Rádio Unicamp, a TV Unicamp, a área de Atendimento à Imprensa e redes sociais institucionais.
A Faculdade de Ciências Médicas (FCM) foi instituída oficialmente pela Lei Estadual 4.996/1958, porém só veio a funcionar após a incorporação à Universidade de Campinas, em 1962, de acordo com a Lei Estadual 7.655/1962. A aula inaugural foi em maio de 1963. As instalações administrativas e as aulas se fixaram no prédio da Maternidade de Campinas e, dois anos depois, foram transferidas para as dependências da Santa Casa de Misericórdia de Campinas, onde ficaram até 1985. A partir daí, teve início a mudança definitiva para o campus de Barão Geraldo, concluída no ano seguinte. A FCM oferece cursos de graduação em Medicina e Fonoaudiologia, além de 15 programas de pós-graduação stricto sensu, três programas de pós-graduação lato sensu, programas de residência médica em 47 especialidades, 36 áreas de atuação e quatro programas de residência multiprofissional. Treze departamentos compõem a faculdade: Anestesiologia e Radiologia, Cirurgia, Clínica Médica, Desenvolvimento Humano e Reabilitação, Medicina Translacional, Neurologia, Oftalmologia e Otorrinolaringologia, Ortopedia, Reumatologia e Traumatologia, Patologia, Pediatria, Psiquiatria, Saúde Coletiva e Tocoginecologia. Além do ensino, busca promover, estimular e realizar pesquisas científicas, contribuir para o estudo e propor soluções para os problemas de saúde individual e coletiva, através da criação de modelos reproduzíveis de atenção à saúde e participar da prestação de serviços à comunidade integrada ao ensino e pesquisa.
