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Notice d'autorité
Programa de Moradia Estudantil
Collectivité · 1988

Inicialmente denominado Coordenação Geral do Programa de Moradia (CGPM), foi criado pela Portaria GR-055/1988, destinado ao atendimento das necessidades de residência dos estudantes de graduação e pós-graduação regularmente matriculados na Universidade. Inicialmente, o Programa foi dirigido e supervisionado por uma comissão criada pela Portaria GR-056/1988. Posteriormente, foi estruturado pela Deliberação CONSU-A-024/2001. É destinado a estudantes que tenham comprovada situação de vulnerabilidade social e que residam fora da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Localizada a cerca de quatro quilômetros do campus de Barão Geraldo, a Moradia é constituída por 226 unidades com sala, quarto e banheiro com capacidade para receber quatro moradores e 27 estúdios para famílias. O objetivo do programa é viabilizar a vida acadêmica dos estudantes, contribuindo para a sua formação integral.

Collectivité · 1987-

Criada pela Portaria GR-60/1986, esteve inicialmente subordinada à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU) e funcionalmente articulada com a Diretoria Acadêmica (DAC). Desde 1997, por intermédio da Portaria GR-160/1997, a Comissão Permanente para os Vestibulares foi vinculada à Pró-Reitoria de Graduação (PRG). Após algumas reestruturações, sinalizadas na Resolução GR-004/2014, tem como competências: realizar anualmente o Vestibular Unicamp, em conformidade com a política educacional da Universidade, introduzindo modificações graduais na sua forma e conteúdo; desenvolver um processo contínuo de análise do referido Vestibular, buscando ampliar a integração da Universidade com os ensinos fundamental e médio, atraindo candidatos de todo o território nacional; estabelecer relações com outras Universidades, órgãos governamentais, instituições de ensino e entidades, com o objetivo de constante aperfeiçoamento dos mecanismos que regulam o ingresso de estudantes aos cursos superiores.

Faculdade de Educação
Collectivité · 1972-

Prevista nos Estatutos baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969, a Faculdade de Educação (FE) iniciou suas atividades em 1972 para atender às disciplinas de caráter pedagógico dos cursos de licenciatura da Unicamp. Em 1974, ampliou sua atuação na formação de profissionais de educação a partir da abertura do curso de graduação em Pedagogia. No ano seguinte, teve início o programa de mestrado em Educação e de doutorado em Educação em 1980. No âmbito da graduação, a Faculdade responde pelo curso de Pedagogia e pelo curso de Licenciatura Integrada em Química e Física (compartilhado com duas outras unidades da Unicamp), além de disciplinas para os demais cursos de licenciatura da Universidade. Desde 2011, a FE também forma educadores no programa de pós-graduação Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemática (Pecim), executado em cooperação com os institutos de Física, Química e Geociências da Unicamp. A unidade tem tradição em parcerias com órgãos públicos, aos quais atende com uma série de ações, como a promoção de cursos de capacitação de professores e gestores das redes públicas de ensino de todo o país e infraestrutura para ensino a distância.

Collectivité · 2009

Inicialmente denominado Escritório de Convênios e Contratos (ECCA), conforme consta na Resolução GR-040/2009, e alterado para Câmara para Análise e Aprovação de Convênios e Contratos, por intermédio da Resolução GR-049/2013, tinha como atribuições: zelar pelo cumprimento das normas da Universidade que regem a tramitação dos processos de celebração de convênios, contratos e instrumentos correlatos; orientar as unidades e órgãos na elaboração e encaminhamento de propostas de convênios, contratos ou instrumentos correlatos com todos os documentos necessários para a assinatura do Reitor, de acordo com a regulamentação vigente; apoiar a negociação entre as instituições envolvidas, visando a elaboração do instrumento contratual; gerenciar a tramitação dos processos de convênios, contratos ou instrumentos correlatos. A partir da publicação da Deliberação CONSU-A-012/2018, passou por algumas alterações, que incluem, por exemplo, a denominação atual. Vinculada ao Gabinete do Reitor, constituída como Comissão Assessora do Conselho Universitário, é responsável pela análise e emissão de parecer conclusivo a respeito dos convênios, contratos e instrumentos similares relativos às atividades de pesquisa, ensino e extensão a serem celebrados pela Universidade

Núcleo de Estudos Estratégicos
Collectivité · 1985-2009

CInstituído pela Portaria GR-059/1985, o Núcleo de Estudos Estratégicos (NEE) foi criado para promover estudos e pesquisas interdisciplinares sobre o aparelho militar, questões de estratégia e relações internacionais. De acordo com a Deliberação CONSU-A-010/1993, que alterou o regimento interno do órgão, suas atividades se concentraram nas áreas de Forças Armadas e Estado, Estratégica e Política Internacional. A partir de 1998, passou a compor a Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN). De acordo com a Deliberação CONSU-A-007/2002, que dispôs sobre o regimento interno, seus objetivos naquele momento seriam baseados na divulgação de conhecimentos e participação em debates nacionais sobre a história dos exércitos e da guerra, estratégia, defesa nacional e relações de força no plano internacional. Foi extinto pela Deliberação CONSU-347/2009.

Câmara Curricular
Collectivité · 1969-1987

A Câmara Curricular (CC) estava prevista nos estatutos da Unicamp, baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969. Teve a sua constituição definida durante reunião do Conselho Diretor (CD) e foi instalada em 28 de outubro de 1969, data da sua primeira reunião. A Câmara Curricular (CC), enquanto órgão do CD, foi encarregada da orientação, supervisão e revisão periódica do ensino, ao analisar a coordenação dos currículos e programas dos cursos de graduação e de pós-graduação, a suspensão de cursos, criação, fusão, desdobramento ou supressão de disciplinas, bem como pedidos de transferência dos alunos. Foi extinta em 1987 e substituída pela Comissão Central de Graduação (CCG), órgão auxiliar do Conselho Universitário (CONSU).

Divisão de Segurança do Trabalho
Collectivité · 1989

Inserida na DGRH, a Divisão atua na promoção da segurança do trabalho da Unicamp e no atendimento às exigências legais estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, ao identificar e monitorar potenciais riscos à saúde e integridade física dos servidores. Responde também pela elaboração e supervisão do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), definição de procedimentos técnicos de segurança, pelo fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), análise de ocorrências de segurança, fiscalização de serviços e obras terceirizadas, prevenção e combate a incêndio e treinamentos técnicos específicos.
Iniciou como Comitê de Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho (CHSMT), pela Portaria GR 150/89, de 28.08.1989.

Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão
Collectivité · 1987

A Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) foi criada pelo Decreto Estadual 26.797/87, de 20.02.1987, que alterou os Estatutos da Unicamp, e foi instalada na 1ª Sessão Ordinária do Conselho Universitário (CONSU), em 31.03.1987. A sua primeira sessão, como órgão do Conselho Universitário (CONSU), foi realizada em 26.05.1987, e tem como competências deliberar sobre medidas para incentivar e dinamizar a realização de pesquisas, medidas que visem a melhoria qualitativa do ensino, propostas de realização de cursos de extensão e de atividades culturais, dar parecer sobre convênios de pesquisa com entidades públicas ou privadas, nacionais e estrangeiras, a criação, extinção ou remodelação de unidades, departamentos, centros e núcleos de pesquisa, planos de expansão, desenvolvimento e aperfeiçoamento do ensino e da pesquisa, dentre outras atribuições.

Grupo SOMOS de Afirmação Homossexual
Collectivité · 1978-1984

O início do que viria a ser o Grupo SOMOS, considerado o primeiro coletivo paulista de militância homossexual, remonta à maio de 1978 quando um pequeno grupo de homens homossexuais decidiu se reunir periodicamente a fim de discutir questões relacionadas à homossexualidade. A proposta era possibilitar o encontro desses indivíduos para além dos ambientes habituais de sociabilidade e proporcionar um espaço em pudessem relatar suas histórias, trocar experiências e desenvolver uma maior conscientização sobre a própria sexualidade. Os encontros foram denominados “reuniões de identificação” e aconteciam, na maioria das vezes, nas residências dos próprios integrantes. A primeira manifestação pública desse grupo ocorreu através da divulgação de uma carta de protesto dirigida ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, na qual reclamavam da forma sensacionalista e preconceituosa com que a imprensa retratava os homossexuais. Receosos de se exporem ao grande público, seus membros optaram por assinar o documento com o nome coletivo “Núcleo de Ação pelos Direitos dos Homossexuais”. Em fins de agosto de 1978, o grupo promoveu uma reunião ampliada para outros homossexuais no Teatro da Praça, no bairro paulistano de Santa Cecília. Como forma de acolher novos participantes, foi proposta a criação de vários subgrupos de identificação sendo que, periodicamente, haveria uma reunião geral com a participação de todos. Em dezembro do mesmo ano, foi rebatizado como Grupo SOMOS de Afirmação Homossexual, em alusão ao título da primeira revista homossexual da América Latina, publicada em 1973 pela Frente de Liberación Homosexual da Argentina. Em fevereiro de 1979, participou de um debate público sobre grupos sociais discriminados no Brasil (negros, mulheres, indígenas e homossexuais), realizado no campus da Universidade de São Paulo (USP). Sua atuação nas discussões sobre homossexualidade foi um grande marco na história do grupo, que nessa época estava próximo de completar um ano de existência. A partir desse evento, mais pessoas passaram a fazer parte do SOMOS, inclusive mulheres e, ao final do primeiro semestre daquele ano, suas reuniões juntavam quase uma centena de participantes. O grupo fazia ampla divulgação de suas atividades no jornal carioca “Lampião da Esquina”, criado um mês antes do SOMOS e que também contava entre seus editores com um membro fundador do grupo, o escritor João Silvério Trevisan. No entanto, o relacionamento de alguns integrantes do SOMOS com o periódico acabou se tornando um dos muitos focos de tensão que começaram a surgir dentro do grupo. Apesar de seu aspecto positivo, o crescimento do número de participantes tornava cada vez mais evidente a pluralidade de opiniões e posições políticas entre seus membros. Entravam em conflito duas visões de como deveria ser, de fato, a atuação do coletivo: se ater às questões exclusivamente relacionadas à experiência homossexual ou alinhar-se também às demais pautas do campo da esquerda junto de outras organizações políticas. Além disso, as mulheres, que já haviam organizado um subgrupo lésbico-feminista dentro do SOMOS, reclamavam da falta de representação de suas demandas específicas enquanto mulheres lésbicas e também do comportamento machista por parte de diversos homens do grupo. Logo após a realização do “I Encontro Brasileiro de Homossexuais” e do “I Encontro de Grupos Homossexuais Organizados” em abril de 1980, o SOMOS sofre um grande racha onde diversos integrantes comunicam a sua saída do grupo. Os dissidentes seriam responsáveis pela criação de dois novos coletivos: o Grupo Ação Lésbica Feminista (GALF) e o Grupo Outra Coisa – Ação Homossexualista. Após esse episódio e nova reestruturação interna, o SOMOS finalmente conseguiu estabelecer-se em uma sede na Rua Abolição, no bairro da Bela Vista, local onde promoveu inúmeras atividades como festas, debates e até um clube de cinema. Também passou a publicar o boletim “O Corpo” e participou de ações conjuntas do movimento homossexual como manifestações em repúdio à violência policial contra homossexuais e a campanha pela desclassificação da homossexualidade como “desvio e transtorno sexual”, adotada pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS). Contudo, a falta de um rumo ideológico mais concreto, problemas financeiros e dificuldades em conseguir novos membros levaram o Grupo SOMOS a entregar sua sede e encerrar as atividades em meados de 1984.

Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco
Collectivité · 1880-

O Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco (LAOP) foi inaugurado em 1880 como sede da Escola de Ofícios e mantido pela Sociedade dos Artistas Mecânicos e Liberais de Pernambuco. A instituição ministrava aulas de desenho, arquitetura, aritmética e primeiras letras. A partir de 1961, a Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) assumiu a direção e o patrimônio do LAOP, com a condição de manter o ensino e criar novos cursos profissionais. A instituição foi renomeada para Liceu Nóbrega de Artes e Ofícios e passou a funcionar em outro prédio. Atualmente, existe um projeto de restauro e requalificação do antigo complexo arquitetônico, localizado na Praça da República em Recife.