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Registro de autoridade
Entidade coletiva · 1985-

Em 1986, foi implantado o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM) via Portaria GR-095/1986 com a proposta de assegurar o planejamento e a execução de programas de atenção à saúde da comunidade. O ambulatório Médico de Odontologia (AMO), Serviço de Medicina e Segurança do Trabalho (SESMT), Centro de Convivência Infantil (CECI) e Ambulatório de Assistência à Mulher (AAM) integraram a Coordenadoria. Após algumas reestruturações, em 1992 e em 2001, respectivamente, o CECI e o SESMT foram transferidos para outras estruturas da Universidade. Por meio de programas, grupos e comissões, congrega ações de promoção, prevenção, assistência e reabilitação em saúde. Oferece assistência ambulatorial gratuita, seja agendada ou em pronto-atendimento, em várias especialidades médicas como clínica geral, saúde mental, fisioterapia, nutrição, enfermagem e odontologia. Desde a criação da Diretoria Executiva da Área da Saúde (DEAS), por meio da Resolução GR-026/2017, o CECOM passou a ser subordinado administrativamente a essa instância.

Entidade coletiva · 1990-

O Centro de Ensino de Línguas (CEL) foi criado pela Deliberação CONSU-A-014/1990, vinculado ao Departamento de Linguística Aplicada (DLA) do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). A partir da Portaria GR-198/1998, o CEL passou a ser ligado administrativamente à Pró-reitoria de Graduação (PRG). É o órgão responsável por ministrar as disciplinas de línguas da Universidade, elaborar e aplicar testes de proficiência e se constituir em um espaço de observação e pesquisa sobre o ensino e a aprendizagem de línguas. Atende, prioritariamente, o currículo de graduação da Unicamp, além de promover a formação de cidadãos e profissionais críticos e atuantes em um mundo pluricultural e plurilíngue. O CEL também atende a comunidade interna e externa, pois também oferece eventos e cursos por meio da Escola de Extensão da Unicamp (Extecamp).

Entidade coletiva · 1982-

A Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unicamp (Ascom) foi instalada em 1982 com o objetivo de atuar em três frentes de trabalho: relações com a imprensa, difusão de pesquisas, ideias e tendências por meio de publicações próprias, como o Jornal da Unicamp, A Semana, Unicamp Notícias, relatórios de gestão da Reitoria e sites institucionais, além da difusão de informações administrativas, acadêmicas e institucionais ao público interno. Em 2017, conforme a Resolução GR-031/2016, que criou a Secretaria Executiva de Comunicação (SEC), em consonância com a Política Institucional de Comunicação da Unicamp, a Ascom passou por uma reestruturação administrativa. A SEC é composta pelas atividades e profissionais da Ascom, juntamente com o quadro de funcionários e estrutura física da Rádio e Televisão Unicamp (RTV). Dentre os canais de comunicação de sua responsabilidade, destacam-se o Portal da Unicamp, a Rádio Unicamp, a TV Unicamp, a área de Atendimento à Imprensa e redes sociais institucionais.

Leônidas Helmuth Baebler Hegenberg
LH · Pessoa · 1925/03/14 - 2012/11/28

Leônidas Helmuth Baebler Hegenberg licenciou-se em Matemática e Física pela Universidade Mackenzie (1947-1950) e em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (1955-1958). Estudou como aluno regular na Universidade da Califórnia, Berkeley, E.U.A. (1960-1962). Prestou concurso e foi admitido no ITA. em 1950, onde passou a lecionar no departamento de Matemática, e, de 1960 em diante, no departamento de Humanidades. Foi professor titular desse Instituto.
Leônidas Hegenberg foi responsável pelo setor de Lógica, no programa de pós-graduação da Universidade Católica de São Paulo (1970-1975) e esteve associado à FFCL de Assis (1963-1964), à FFCL de Presidente Prudente(1964), à Escola de Engenharia de Guaratinguetá (1969-1972), ao setor de pós-graduação do Instituto de Pesquisas Espaciais (1971-1973), e à Escola de Comunicação e Artes da USP (1974), além de ministrar cursos em várias capitais brasileiras.
O Professor Leônidas Hegenberg exerceu ainda cargos administrativos no ITA e tornou-se membro de diversas sociedades científicas, como por exemplo, o Instituto Brasileiro de Filosofia, Philosophy of Science Administration, The British for the Philosophy of Science, Sociedade Paranaense de Matemática, Association for Symbolic Logic, entre outras.

Carlos Franchi
Pessoa · 15/08/1932 - 25/08/2001

Carlos Franchi nasce em quinze de agosto de 1932, em Jundiaí, interior de São Paulo.

Ao longo da vida, diploma-se com duas formações acadêmicas: bacharel e licenciado em Letras Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), em 1954; e bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), em 1968. Por certo tempo, Carlos Franchi exerce as duas profissões. Entre 1951 e 1955, é professor concursado de Português e Latim em Jundiaí e, entre 1955 e 1957, em Itatiba. Entre os anos de 1957 e 1971, é professor concursado do Colégio de Aplicação da USP, e, entre 1960 e 1961, professor instrutor de didática especial de português na Faculdade de Educação da USP. Já entre 1968 e 1969, Franchi ministra aulas de Literatura e Teoria da Literatura na Universidade Nossa Senhora da Medianeira (Jesuítica) de São Paulo. Entre 1967 e 1969, coordena a área de Português nos Ginásios Pluricurriculares do Estado de São Paulo. Nos mesmos anos, cursa a pós-graduação em Teoria Literária na USP, sob orientação de Antonio Candido.

Tendo desde 1964 problemas por advogar para presos políticos em Jundiaí, a partir de 1968 a situação começa a piorar. Aconselhado por Antonio Candido, Carlos Franchi deixa a Teoria Literária e segue para Besançon como bolsista ao lado de Haquira Osakabe, Rodolfo Ilari e Carlos Vogt. Juntos, esses integrantes compõem um grupo formado para estudar na França, seguindo um projeto idealizado pelo filósofo Fausto Castilho, que visava organizar a área de Ciências Humanas na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), o que englobava também um projeto para a formação de um Departamento de Linguística na Instituição.

Depois de um período na Université de Franche Comté, em Besançon, onde estuda com Jean Peytard e Yves Gentilhomme, licencia-se em Linguística no ano de 1970. Em seguida, tomando um rumo diverso dos outros integrantes do grupo, segue para a Université d'Aix Marseille em Aix-en-Provence, onde estava o amigo Michel Lahud, e estuda com Claire Blanche Benveniste e Gilles-Gaston Granger. Nesse período, através de Jean Stéfanini, entra em contato com os trabalhos de Noam Chomsky. Em 1971, defende sua dissertação de mestrado nessa instituição, sob a orientação de Blanche Benveniste, intitulada "Hypothèses pour une recherche em Syntaxe".

No retorno ao Brasil, Carlos Franchi tem atuação decisiva na implantação do Departamento de Linguística da UNICAMP, tornando-se assistente-mestre e chefe do departamento, cargos que ocupa entre 1971 e 1975. Nessas funções, coordena a Comissão Organizadora dos Cursos de Pós-Graduação em Linguística e dirige a primeira expansão do corpo docente em 1973, momento em que são contratados professores vindos do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 1976, após realizar na Universidade de Tel-Aviv um estágio para pesquisas em Lógica e Linguagem, sob orientação de Marcelo Dascal, Carlos Franchi defende sua tese de doutorado na UNICAMP, intitulada "Teoria Funcional da Linguagem". No ano seguinte, o Departamento de Linguística da UNICAMP desmembra-se do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH - UNICAMP), instalando-se no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL - UNICAMP). Franchi exerce as funções de Diretor Associado do IEL entre 1977 e 1978, durante o mandato do Prof. Antonio Candido. Em 1979, torna-se o Diretor do IEL, exercendo o cargo até 1982, e assume o cargo de Professor Titular até a sua aposentadoria, em 1989.

Nesse período, é presidente da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN), entre 1977 e 1979, ano em que solicita afastamento temporário de suas funções de Diretor do IEL. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), realiza a atividade de "visiting scholar" junto ao Departamento de Línguas Hispânicas da State University of New York, em Albany (EUA). Entre 1980 e 1981, faz um estágio de pós-doutoramento na Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA).

Posteriormente à aposentadoria na UNICAMP, é pesquisador visitante no Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH - USP) entre 1989 e 2000, e professor convidado na UNICAMP, a partir de 1992. Atua também como professor visitante em várias universidades brasileiras: Universidade Estadual Paulista (UNESP), Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Rodolfo Ilari (2002, p. 85), "A produção científica do Prof. Franchi é altamente informal, tendo preferido a exposição em seminário ao impresso, e o 'working paper' ao livro, mas é ampla e influente. Trata de temas à primeira vista disparatados, como a sintaxe gerativa-transformacional, o ensino de língua materna e a lógica que subjaz às operações linguísticas, mas tem, a unificá-la, as características da densidade crítica e da riqueza da informação bibliográfica, assim como o retorno sempre enriquecedor a motivos que se revelaram profícuos em vários campos da investigação linguística, como a tese da indeterminação das línguas naturais, a tese de sua historicidade e a de que sua construção depende de um trabalho coletivo que compromete com a história as competências simbólicas mais fundamentais do ser humano".

Carlos Franchi falece em 25 de agosto de 2001 na cidade de Campinas, 22 dias após receber o título de Professor Emérito da UNICAMP.

Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino
Pessoa · 12/11/1940 - 27/06/2007

Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino nasce no Rio de Janeiro, em doze de novembro de 1940, filho de Heitor Jorge de Carvalho Tolentino e de Odila de Souza Lima Tolentino.

Bruno Tolentino cursa os estudos primários no Colégio Batista. Em 1957, trabalha como revisor do "Suplemento Literário" do "Jornal do Brasil". Em 1958, conclui o curso clássico no Colégio Anglo-americano, matriculando-se, no ano seguinte, na Escola de Teatro da Universidade da Bahia. Nesse período, inicia uma longa correspondência com o poeta francês Yves Bonnefoy.

Em 1960, com a coletânea "Seteclaves", recebe o Prêmio "Revelação de Autor", do Sindicato de Editores e da Câmara Brasileira do Livro. Desse conjunto, resultará, três anos depois, seu livro "Anulação & Outros reparos". Em 1964, parte para a Europa, onde conhece o poeta inglês W. H. Auden e o italiano Giuseppe Ungaretti. No ano seguinte, junto com João Guimarães Rosa, Murilo Mendes e Antonio Candido integra a delegação brasileira que participará do congresso "Nuovo Mondo Colunbianum", realizado em Gênova.

Em 1966, Tolentino gradua-se como tradutor-intérprete na École Interprète de Genebra e passa a fazer parte dos quadros da "Agence Internationale des Traducteurs" (AIT). Depois de uma viagem de trabalho como intérprete estagiário às cidades de Tóquio, Bangcoc e Hong Kong, torna-se tradutor-intérprete junto ao Mercado Comum Europeu. Nasce, em Varsóvia, Witold Andjei, seu filho com a polonesa Danuta Klossowska. Em 1968, fixa residência em Londres e passa a lecionar na Faculdade de Artes da Universidade de Bristol. Dois anos depois, casa-se na Igreja Anglicana de Battersea com a brasileira Márcia Martins de Brito.

Em 1971, Bruno Tolentino publica em Paris "Le Vrai Le Vain" e, como "visiting professor", dá aulas na Universidade de Essex. É também lançada a tradução que fez em conjunto com Robert Quemserat da segunda edição de "Ostinato rigore" de Eugénio de Andrade, em versão bilíngue português-francês. Em 1972, aceita o convite de Auden e se torna "deputy diretor" da "Oxford Poetry Now" (OPN). No ano seguinte, com a morte do poeta inglês, assume a direção da revista e passa a residir em Oxford. Depois de renunciar ao cargo, é eleito para um mandato de cinco anos como "executive diretor". Em 1978, participa do volume de traduções da poesia de Eugénio de Andrade para vários idiomas, publicado como "Changer de rose: poèmes". Em 1979, lança "About the hunt" pela OPN e é reeleito para o cargo que exercia ali. Por essa razão, renuncia as suas funções na Universidade de Bristol.

Em 1982, divorcia-se. Em 1984, deixa o cargo da OPN e, no ano seguinte, retorna ao Brasil. Em 1986, nasce, em Oxford, Raphaël Phillippe Bruno, seu filho com Martine Pappalardo. No ano seguinte, acusado de tráfico de drogas, é condenado a onze anos de prisão, ficando preso por 22 meses em Dartmoor. Ao final desse período, a pena é suspensa.

Em 1991, muda-se para Marselha, França, e dois anos depois retorna ao Brasil com a família. Em 1994, Bruno Tolentino publica "As Horas de Katharina", obra pela qual recebe o Prêmio Jabuti de Poesia. Nos anos seguintes, publica "Os Deuses de hoje", "Os Sapos de ontem" e "A Balada do cárcere", que recebe o Prêmio Cruz e Souza, outorgado pela Fundação Catarinense de Cultura.

Em 1997, Bruno Tolentino recebe o Prêmio Abgar Renault, da Academia Brasileira de Letras (ABL). Em 1998, publica a edição definitiva de "Anulação & Outros reparos" e assume a função de editor nas revistas "Bravo!" e "República". Em 2002, publica "O mundo como ideia", obra ganhadora do Prêmio Jabuti de Poesia. Em 2006, lança "A imitação do amanhecer".

Bruno Tolentino falece em São Paulo, no dia 27 de junho de 2007.

Entidade coletiva · 2023

A partir da Deliberação CONSU A-011/2023, foi criada a Prefeitura Universitária dos campi de Limeira, subordinada à Diretoria Executiva de Administração (DEA). Cabe à PREF-LIM coordenar as relações institucionais junto às unidades de Limeira, intermediar as ações com demais órgãos da administração da Universidade, formular, implantar e executar políticas de gestão dos territórios, abrangendo abastecimento e distribuição de água, energia elétrica, água pluvial e esgoto, resíduos sólidos, manutenção urbana e predial, limpeza e conservação, segurança e vigilância patrimonial, convivência universitária, transporte, acessibilidade, meio ambiente, sustentabilidade, alimentação, modernização tecnológica e comunicação. Ao ser instituída, a PREF-LIM incorporou a Secretaria de Administração Regional – SAR.

Diretoria de Projetos de Extensão
Entidade coletiva · 2018-

Conforme a Resolução GR-034/2018, a DProj assumiu as atribuições da Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC), criada em 2005 para desenvolver atividades de extensão, por meio de articulação com escolas públicas, comunidades, organizações governamentais e não-governamentais (ONGs) e assentamentos rurais. Tem a missão de ser uma interface entre a comunidade universitária e a sociedade pela interação dialógica, apoio e fomento a ações de extensão. As atividades são desenvolvidas por professores, funcionários, voluntários e estudantes, em especial os bolsistas de auxílio social do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE), atual Diretoria Executiva de Apoio e Permanência Estudantil (DEAPE).