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Registro de autoridade
Centro de Saúde da Comunidade da Unicamp
Entidade coletiva

Em 1986, foi implantado o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM) via Portaria GR-095/1986 com a proposta de assegurar o planejamento e a execução de programas de atenção à saúde da comunidade. O ambulatório Médico de Odontologia (AMO), Serviço de Medicina e Segurança do Trabalho (SESMT), Centro de Convivência Infantil (CECI) e Ambulatório de Assistência à Mulher (AAM) integraram a Coordenadoria. Após algumas reestruturações, em 1992 e em 2001, respectivamente, o CECI e o SESMT foram transferidos para outras estruturas da Universidade. Por meio de programas, grupos e comissões, congrega ações de promoção, prevenção, assistência e reabilitação em saúde. Oferece assistência ambulatorial gratuita, seja agendada ou em pronto-atendimento, em várias especialidades médicas como clínica geral, saúde mental, fisioterapia, nutrição, enfermagem e odontologia. Desde a criação da Diretoria Executiva da Área da Saúde (DEAS), por meio da Resolução GR-026/2017, o CECOM passou a ser subordinado administrativamente a essa instância.

Centro de Tecnologia
Entidade coletiva · 1972-2008

Previsto inicialmente pelos Estatutos da Unicamp, baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969, o Centro de Tecnologia (CT) iniciou suas atividades em 1972, com o objetivo de buscar respostas aos desafios tecnológicos do país. Ficou subordinado à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), de acordo com a Resolução GR-057/2003. Atuou no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, assistência tecnológica ao meio industrial e o apoio à formação e capacitação de recursos humanos, sobretudo por meio de estágios e treinamentos. O CT foi extinto com a aprovação da Deliberação CONSU-A-046/2008.

Centro Estadual de Educação Supletiva
Entidade coletiva · 1987-2010

Fruto de um convênio firmado entre a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e a Unicamp em 1987, foi inicialmente denominado Núcleo Avançado de Centro de Educação Supletiva (Naces). Passou a denominar-se Centro Estadual de Educação Supletiva "Paulo Decourt" (CEES) pelo Decreto Estadual nº 30.558/1989, subordinado à Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC), atual Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (ProEEC) e, em 1998, à Pró-reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU). O programa visava atender as demandas dos funcionários da Universidade que aspiravam retomar seus estudos. Em 1990, o curso foi ampliado para o ensino médio. Teve como objetivo o ensino supletivo desde o ensino fundamental, direcionado a jovens e adultos que não concluíram a escolarização regular na idade própria. Em 2009, a denominação Educação Supletiva foi alterada para Educação de Jovens e Adultos (EJA), com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com essa adequação, o CEES passou a ser CEEJA “Paulo Décourt”, que, instalado no Centro Cultural Unicamp (CIS-Guanabara), esteve integrado à Unicamp até 2010.

Centro Informação Mulher
Entidade coletiva · 1971-

Idealizado em 1971 por Miriam Botassi, Rosa Beatriz Gouvêa, Sônia Cailó, o Centro Informação Mulher - CIM surgiu a partir da reflexão de um grupo de feministas inconformadas com o apagamento das mulheres da história da humanidade, neste contexto, a urgência de um centro de memória, documentação e informação para subsidiar pesquisas, estudos, informações e a organização da história recente e remota das mulheres, se fez imprescindível para reparar o Epistemicídio relacionado a 52% da população mundial, além circunstanciar a história contemporânea da vida e luta das mulheres no Brasil, na América Latina e no mundo. Assim, em 30 de junho de 1981 foi fundada a Associação Centro Informação Mulher, uma entidade feminista, sem fins lucrativos. A entidade se fez território para acolher o movimento de mulheres e assessorar grupos populares, entidades sindicais, pesquisadoras(es), além de palpitar informações sobre a agenda de gênero através de boletins, periódicos e se tornou conhecida por centralizar reuniões de grupos, atividades culturais/artísticas e fóruns permanentes, além da participação ativa na organização de encontros, conferências e seminários, desenvolvendo projetos e convênios de caráter federal, estadual e municipal, dentre outras atividades. Atuando multidisciplinarmente, o CIM desenvolve projetos, pesquisas, assessorias promove eventos externos e internos, na sede situada na região central da cidade São Paulo, acontecem atividades como reuniões, oficinas, apresentação teatral, ações de geração de renda, rodas de conversa, saraus, mostra e instalações, cursos, seminários, além de disponibilizar uma biblioteca para consultas de pesquisadoras/es nacionais e internacionais nas mais diversas áreas do conhecimento. Ao longo da história, o CIM, em estado permanente de resistência, pôde registar o surgimento de tantas outras organizações feministas, ao mesmo tempo em que sobreviveu violento despejo realizado pela administração Kassab, que invadiu a sede do CIM com máquinas, sob pretexto de uma reforma da praça, e, novamente, no dia 02 de março de 2023, enfrenta um processo violento de despejo e reintegração de posse, desta vez sendo acolhido pela União de Mulheres de São Paulo.

Entidade coletiva · 1986

Instituído pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) em 1986, foi criado oficialmente pela Deliberação CONSU-A-024/1990, com a denominação de Centro Integrado de Pesquisas Oncohematológicas da Infância (CIPOI). Seu objetivo inicial era desenvolver pesquisa básica e aplicada destinada ao estudo das crianças portadoras de leucemias agudas. Hoje, também trabalha na criação de biblioteca celular para estudo da evolução clínica de pacientes leucêmicos. O Centro é responsável pela triagem neonatal das Diretorias Regionais de Saúde de Campinas, São João da Boa Vista, Bauru, Marília e Presidente Prudente. A Portaria GR-136/1997 alterou sua denominação para Centro de Investigação em Pediatria (CIPED), porém o CIPOI segue em funcionamento.

Entidade coletiva · 1993-

Trata-se de um dos nove Centros Nacionais de Processamento de Alto Desempenho que compõem o Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho (SINAPAD), implementado no Brasil pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Na Unicamp, foi criado por meio do Convênio entre a Universidade, a Finep e a IBM, por meio da Portaria GR-163/1993, e da Deliberação CONSU-A-001/1994. O objetivo é apoiar, em âmbito nacional, o desenvolvimento técnico-científico, a partir da utilização da supercomputação em ensino, pesquisa básica, pesquisa aplicada, estudos, ensaios e projetos, e com prestação de serviços e tratamento de dados, computação de alto desempenho e afins à comunidade acadêmica, às instituições de ensino e pesquisa, às instituições governamentais e ao setor produtivo. Atualmente é vinculado à Pró-reitoria de Pesquisa (PRP).

Centro para Manutenção de Equipamentos
Entidade coletiva

Criado pela Portaria GR-336/1983, atualmente está vinculado à Diretoria Executiva de Administração (DEA), de acordo com a Resolução GR-034/2017. Tem entre as atribuições: planejar a manutenção dos equipamentos da Unicamp, ou sob sua custódia, destinados ao ensino e a pesquisa, propor e executar medidas para manutenção de equipamentos localizados na instituição, de propriedade de terceiros, fornecer subsídios à Reitoria e às unidades para previsão de despesas com a manutenção e reforma de equipamentos de ensino e pesquisa e também para a programação de recursos, aprovar e supervisionar a execução de todos os contratos de manutenção efetuados pela Unicamp, executar solicitações de serviços de assistência técnica e manutenção. O CEMEQ também emite parecer técnico na aquisição de equipamentos e acompanha a instalação de equipamentos recebidos.

Entidade coletiva · 1986

O Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) foi criado pela Portaria GR-351/1986. Tem um papel de grande importância no cenário científico nacional, sendo considerado uma referência em produtos naturais, biotecnologia e meio ambiente. Oferece serviços analíticos e de consultoria, que englobam desde análises pontuais até o desenvolvimento de processos e produtos, com patentes depositadas e licenciadas pelo corpo de pesquisadores. O centro também proporciona estágios e orientações a alunos de pós-graduação.

Colégio Técnico de Campinas
Entidade coletiva · 1967-

O Colégio Técnico de Campinas (Cotuca) foi criado pela Lei 7.655/1962 e autorizado a se instalar e funcionar pela Resolução CEE 46/1966. O prédio do então Ginásio Industrial Estadual Bento Quirino foi um dos escolhidos. Iniciou suas atividades em 1967 com os cursos de Mecânica, Eletrotécnica e Alimentos, no período diurno, e em 1978, passou a oferecer, no noturno, cursos sequenciais, para formados no Ensino Médio, de Técnico em Mecânica e Eletrotécnica. É uma instituição de ensino público e gratuito que atua na formação profissional de nível técnico e oferece ensino médio para alguns de seus cursos. Os cursos oferecidos pelo Cotuca abrangem os seguintes eixos tecnológicos: ambiente e saúde, informação e comunicação, controle e processos industriais, produção alimentícia, produção industrial e gestão e negócios.

Colégio Técnico de Limeira
Entidade coletiva · 1967

O Colégio Técnico de Limeira (COTIL) foi criado pela Lei 7.655/1962 e autorizado a se instalar e a funcionar pela Resolução CEE 46/1966. Suas atividades tiveram início em abril de 1967. Inicialmente recebeu o nome de Colégio Técnico e Industrial de Limeira, tendo como sua mantenedora a Unicamp, com atividades nas instalações do Ginásio Estadual Industrial Trajano Camargo, em Limeira-SP. Em 1973 o Colégio passou a ocupar o atual campus I da Unicamp em Limeira, ao lado da Faculdade de Tecnologia (FT). Atualmente, forma técnicos em Edificações, Enfermagem, Geodésia e Cartografia, Informática, Mecânica e Qualidade e Produtividade. Em 2005, passou a oferecer os cursos técnicos concomitantes ao ensino médio ou subsequentes a quem já tinha concluído aquela etapa escolar. O objetivo geral do COTIL é proporcionar ao estudante a formação necessária para desenvolver suas potencialidades como elemento de auto-realização, preparação para o trabalho e exercício consciente da cidadania.