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Registro de autoridad

O Arquivo Edgard Leuenroth - Centro de Pesquisa e Documentação Social foi reconhecido como instrumento de apoio à pesquisa acadêmica junto ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas através da Portaria GR-93/85, de 07.05.85 e criado posteriormente através da Portaria GR-248/86. Tem como objetivos desenvolver atividades de pesquisa e documentação social no campo da história do pensamento político e social, e da história da cultura.

Relações Públicas

A Assessoria de Relações Públicas (ARP) foi criada em 2001 e, hoje, é responsável por colaborar na formulação, orientação e coordenação da política de comunicação interna e externa da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e na organização e coordenação de eventos médicos, culturais, técnicos e acadêmicos.
As principais atividades da Assessoria de Relações Públicas são: elaboração de um calendário anual de eventos acadêmicos e científicos da FCM com o agendamento e organização de palestras, simpósios, seminários e apresentações no Salão Nobre e no Auditório; organização de eventos e aniversários comemorativos dos departamentos da FCM; elaboração de um programa de visitas para convidados nacionais e estrangeiros; participação na comissão de Cerimonial e Protocolo da Unicamp; contatos com laboratórios para fins de patrocínio; atualização constante do cadastro de hospitais, faculdades de medicina e outros órgãos afins do Brasil; assessoria de comunicação atuando como interface entre a FCM e a Secretaria Municipal de Saúde, os hospitais da cidade, outras faculdades e laboratórios e a Secretaria de Promoção Social; divulgação de defesas de teses, aula inaugural, concursos e cursos; edição mensal do Boletim da FCM; elaboração de “press-releases” e contato com a imprensa para divulgação dos eventos; gerenciamento do convênio celebrado entre a FCM e o Banco Real; cobertura jornalística de eventos da FCM e da área de saúde para o Espaço Real Médico, Portal, Jornal da Unicamp e TV Universitária com encaminhamento de pauta e redação de textos.
Durante a comemoração dos anos anos da FCM foi constuída uma Comissão dos 40 anos da FCM, conforme Portaria DFCMN. 081/02, responsável pelas respectivas atividades culturais e científicas.

Jean Rodrigues Salles

Jean Rodrigues Sales é doutorando em História pelo IFCH-Unicamp.
É mestre em História pela Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas: em 2000, pesquisa feita sob a orientação do professor Dr. Cláudio Henrique de Moraes Batalha: Partido Comunista do Brasil-Pc do B: propostas teóricas e prática política 1962-1976.

Silvia Hunold Lara

Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1977) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1986). É professora livre-docente (2004) e titular (2009) do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É autora de Campos da Violência. Escravos e senhores na Capitania do Rio de Janeiro, 1750-1808 (1988) e Fragmentos Setecentistas. Escravidão, cultura e poder (2007). Juntamente com Joseli M. Nunes Mendonça editou a coletânea Direitos e Justiças no Brasil (2006) e com Gustavo Pacheco a coletânea Memória do Jongo (2007). Organizou ainda a edição comentada de Ordenações Filipinas, livro V (1999) e um repertório da Legislação sobre Escravos Africanos na América Portuguesa, publicado em José Andrés-Gallego (coord), Nuevas Aportaciones a la Historia Jurídica de Iberoamérica (2000, CD-Rom). Tem experiência na área de História, com ênfase na História do Brasil Colonial, da História Social do Trabalho, especialmente na História da Escravidão, e das relações entre História e Direito.

O trabalho foi resultado do projeto "Organização e descrição do acervo forense de Lavras e digitalização de documentos", financiado pela FAPEMIG, entre outubro de 2003 a setembro de 2005, na unidade de Campanha - Universidade do Estado de Minas Gerais. O projeto teve como resultado a produção de 01 cd que contém o catálogo analítico do acervo forense de Lavras, correspondente aos séculos XVIII e XIX e de mais 14 cds, que contém a documentação digitalizada referente à Câmara Municipal de Campanha (11 cds) e aos livros de testamentos de Campanha e Baependi (03 cds). O trabalho de microfilmagem e digitalização ficou a cargo do Arquivo Público Mineiro e a elaboração do banco de dados e a descrição documental ficou sob a responsabilidade dos professores pesquisadores e dos alunos bolsistas.

Para comemorar os 40 anos da Faculdade de Ciências Médicas- FCM, foi instituída uma Comissão, conforme Portaria DFCM N. 081/02 com o intuito de organizar todas as atividades culturais e científicas referente as comemorações. A composição desta era formada pela Diretora Profa. Diretora Dra Lilian Tereza Lavras Costalatt, pelo Presidente Prof. Dr. João Luiz de Carvalho Pinto e Silva, Profa. Dra. Maria Luiza Moretti Branchini, Profa. Dra. Maria Helena Baena de Moraes Lopes, Prof. Dr. Gil Guerra Júnior, Prof. Dr. Fernando Cordeiro, Profa. dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima, Prof. Dr. Lívio Nanni, Profa. Dra. Sofia H. Marini, Dr. Mateus Dal fabro, Cristina Correia Dias Barbieri, Márcia Ap. Marques Silveira, acadêmica Ana Luiza Gilbertoni Cruz, Sr. Emilton Barbosa de Oliveira e sra. Sílvia Motta. As comemorações contou com uma diversidade de eventos que aconteceram durante todo o ano de 2003. (vide em Notas)

Bernardo Élis Fleury de Campos Curado

Bernardo Elis Fleury de Campos Curado nasceu em Corumbá de Goiás, GO, em 15 de novembro de 1915. Filho do poeta Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado, o titular iniciou os estudos primários com seu pai, por quem teve o gosto pela literatura despertado. Em 1928, viajou com a família para Goiânia onde concluiu o curso ginasial no Liceu de Goiás (1937). Foi obrigado a parar de estudar por dois anos e só veio a concluir seus estudos em 1940, no curso clássico do Colégio Estadual de Goiânia.
Em 1944, casou-se com a poetisa Violeta Metran, com quem teve três filhos: Ivo, Silas e Simeão. Formou-se em Direito, no ano seguinte, pela Faculdade de Direito de Goiânia.
Profissionalmente, iniciou carreira pública em 1934, como tesoureiro da Prefeitura Municipal de Corumbá de Goiás. Em 1936, tornou-se escrivão da Delegacia Especial de Polícia em Anápolis e, nesse mesmo ano, foi nomeado Delegado de Polícia de Corumbá de Goiás, tendo mudado ainda, em 1938, para a função de escrivão do Cartório do Crime, no mesmo município. No ano seguinte, transferiu-se para Goiânia, onde foi nomeado secretário da Prefeitura Municipal, permanecendo nesse cargo até 1942, quando passou uma temporada na cidade do Rio de Janeiro, regressando em 1943 para Goiânia, onde assumiu o cargo de técnico do Departamento Estadual de Assistência ao Cooperativismo de Goiás. A partir de 1945, passou a dedicar-se também ao magistério como professor de história, geografia e língua portuguesa, na Escola Técnica de Goiânia e no ensino público estadual e municipal. Exerceu ainda, entre 1945 e 1968, a função de advogado. Entre 1970 e 1978, desempenhou as funções de Assessor Cultural junto ao Escritório de Representação do Estado de Goiás, no Rio de Janeiro e, no regresso, reassumiu o cargo de professor na Universidade Federal de Goiás. Desempenhou a função de Diretor Adjunto do Instituto Nacional do Livro, em Brasília, de 1978 a março de 1985. Em 1986, foi nomeado para o Conselho Federal de Cultura, onde permaneceu até a extinção do órgão, em 1989.
Fundou, em 1943, a revista literária Oeste, e publicou, nas páginas deste periódico, o conto Nhola dos Anjos e a Cheia do Corumbá. No ano seguinte lançou seu primeiro livro de contos, Ermos e Gerais, pela Bolsa de Publicações de Goiânia “Hugo de Carvalho Ramos”. Participou do 1º Congresso de Escritores de São Paulo (1945) e conheceu vários literatos, entre os quais podemos destacar: Aurélio Buarque de Hollanda, Mário de Andrade e Monteiro Lobato. Voltando para Goiânia, fundou a Associação Brasileira de Escritores, tendo sido eleito presidente por vários biênios.
Publicou A Terra e as Carabinas (1951), romance em folhetim, Primeira Chuva (1953), poesias, e O Tronco, romance pelo qual recebeu o prêmio Jabuti, oferecido pela Câmara Brasileira do Livro, em 1968.
Foi um dos fundadores, vice-diretor e professor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade Federal de Goiás (1961-1964), depois foi professor de Literatura na Universidade Católica de Goiás (1965-1967). Durante esse período, lançou mais dois livros de contos, Caminhos e Descaminhos (1965) e Veranico de Janeiro (1966). O primeiro obteve o prêmio Affonso Arinos da Academia Brasileira de Letras e o segundo recebeu o Prêmio Jabuti e o Prêmio José Lins do Rego.
Em 1972, recebeu o Prêmio Sesquicentenário da Independência, por um estudo realizado sobre o Marechal Xavier Curado, criador do Exército Nacional. Publicou neste período outros livros de contos, ensaios e crônicas. Em 1987, publicou sua Obra Reunida pela coleção Alma de Goiás, da Editora José Olympio, incluindo o romance inédito Chegou o Governador.
Faleceu em sua cidade natal, no dia 30 de novembro de 1997.